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	<title>Escola Arte Criança</title>
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	<link>https://www.artecrianca.com.br</link>
	<description>Desde 1973 cuidando e educando crianças de 4 meses a 4 anos de idade.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Oct 2021 15:36:16 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Escola Arte Criança</title>
	<link>https://www.artecrianca.com.br</link>
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	<item>
		<title>Tempo de Adaptações</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/tempo-de-adaptacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 15:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Como tudo na vida, dar início é algo que envolve nossos sentidos, esforços e nos desafia a trilhar caminhos, conhecidos ou inéditos, para os quais construímos desde a primeira vez que passamos a frequentar uma escola. O período de início do ano letivo é para todos os envolvidos, um momento revestido de significados e expectativas,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como tudo na vida, dar início é algo que envolve nossos sentidos, esforços e nos desafia a trilhar caminhos, conhecidos ou inéditos, para os quais construímos desde a primeira vez que passamos a frequentar uma escola.</p>
<p>O período de início do ano letivo é para todos os envolvidos, um momento revestido de significados e expectativas, aliás, muitas expectativas.</p>
<p>Todos na escola temos lembranças sobre começos que nos marcaram. Essas memorias constituem quem somos. Quer sejamos alunos, professores ou pais, cultivamos experiências e histórias pessoais que são importantes, a seu modo, para cada um e especialmente para a escola, que pensa e se organiza ano a ano para melhor acolher seus alunos, professores e pais.</p>
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			</item>
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		<title>Como impor limites às crianças – Parte II</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/como-impor-limites-as-criancas-parte-i-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 18:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Dizer “não” aos pequenos é uma tarefa complexa e delicada. Mas essa experiência pode ser facilitada se você adotar alguns princípios básicos. Menos “não”, mais direção. Um “não” pode dizer à criança que algo é inaceitável, mas não esclarece qual comportamento ela deveria adotar. Então, experimente dizer a ela o que deve fazer ao invés...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer “não” aos pequenos é uma tarefa complexa e delicada. Mas essa experiência pode ser facilitada se você adotar alguns princípios básicos.</p>
<ul>
<li><strong>Menos “não”, mais direção.</strong> Um “não” pode dizer à criança que algo é inaceitável, mas não esclarece qual comportamento ela deveria adotar. Então, experimente dizer a ela o que deve fazer ao invés de simplesmente “não faça isso”. Por exemplo, ao invés de dizer à criança “não grite”, experimente usar “fale baixo”.</li>
<li><strong>Desaprove o comportamento e não a criança.</strong> Deixe claro para ela que a sua desaprovação se refere à sua conduta e não diretamente a ela. A criança não deve se sentir rejeitada. Então, ao invés de dizer “Você está terrível hoje” (desaprovação da criança), experimente dizer “Não bata no seu irmão, isso irá machucá-lo” (desaprovação da conduta).</li>
<li><strong>Para ter controle sobre os filhos, é necessário ter controle sobre si mesmo.</strong> Pais muito irritados tendem a agir com mais severidade, podendo cometer abusos físicos e/ou verbais com os filhos. Em alguns momentos é necessário contar até dez antes de tomar qualquer atitude precipitada. Disciplinar uma criança é basicamente ensiná-la como deve se comportar. E isso é impossível se você for extremamente emocional. Portanto, em momentos difíceis, respire fundo e pense com calma antes de agir. Ao impor limites com serenidade, você obterá maior cooperação por parte das crianças, gerando uma atmosfera mais harmoniosa e agradável em família.</li>
<li><strong>Ofereça alternativas.</strong> Sempre que tiver que dizer um “não” ao seu filho, procure oferecer uma alternativa aceitável, fazendo com que ele se sinta em menor desvantagem. Por exemplo: ao invés de simplesmente dizer “Desligue essa TV!”, diga “Você já assistiu bastante desenho por hoje, que tal ler um livrinho ou brincar um pouco lá fora?”. Dessa forma, você estará agindo de uma forma positiva e demonstrando a ele que seus desejos e sentimentos são aceitáveis.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lembrando que a tolerância a frustrações é um valor que se aprende, e que deve ser ensinado às crianças desde cedo, para evitar gritos e birras na infância e outros males na fase adulta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Limites: para que tê-los?</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/limites-para-que-te-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 17:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 8 e 9 de Setembro, a Escola Arte Criança proporcionou aos pais de seus alunos um encontro com a psicóloga infantil Carol Braga. O tema do encontro:&#160;“Limites: para que tê-los?”, foi baseado no texto de autoria da convidada. Segue o texto! Disciplina: Ensinar aos nossos filhos normas básicas de disciplina e obediência desde...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nos dias 8 e 9 de Setembro, a Escola Arte Criança proporcionou aos pais de seus alunos um encontro com a psicóloga infantil Carol Braga.</em></p>
<p><em>O tema do encontro:&nbsp;“Limites: para que tê-los?”, foi baseado no texto de autoria da convidada.</em></p>
<p><em>Segue o texto!</em></p>
<p><strong><em><u>Disciplina:</u></em></strong></p>
<p><strong>Ensinar aos nossos filhos normas básicas de disciplina e obediência desde que são pequenos é fundamental para incutir-lhes, de uma maneira positiva, as regras e princípios essenciais de convivência e respeito.</strong></p>
<p>As crianças precisam de liberdade para aprender e crescer de forma sadia. Porém, é necessário impor certos limites para seu próprio bem. Através de limitações e algumas proibições, evita-se até que se machuquem, por exemplo. Além do que, as crianças necessitam de limitação, de disciplina, um freio em suas atitudes, pois com isso ela sente que você se importa com o que ela faz, como e porque ela faz, e isso contribui para que ela cresça mais ciente de sua posição na sociedade e também mais segura e confiante.</p>
<p>A&nbsp;<strong>falta de disciplina dos filhos</strong>&nbsp;tem gerado uma geração sem limites, “perdida”, com fatos claramente expostos hoje na sociedade. Digo que tem-se formado uma <em><u>geração sem culpa</u></em>. A culpa é essencial para a formação de nossos princípios.</p>
<p>A maior parte dos pais, quando toca no tema disciplina, está mesmo querendo falar sobre punição, sobre como castigar o filho, de modo a evitar que ele se torne um “malvado”. Na maioria dos casos, não há razão alguma para falar em punição. A melhor saída é mostrar através de exemplos qual é a maneira certa de agir. Enquanto são pequenas, as crianças aprendem tudo o que sabem com os pais. Portanto, se elas não têm limites, saiba que a responsabilidade não é delas. É sua! Sem regras sobre horários, sem limite diante da televisão, mandando em casa, a criança reproduz esse ambiente no convívio social. Quando crescem um pouco, surgem outros focos de influência, como os professores e os amigos. Os pais deixam de ser o único modelo a ser seguidos, mas seguem sendo a maior influência sobre os filhos. Em quase toda a vida dos filhos o exemplo dos pais é sempre um referencial de comportamento. Na infância, eles têm o papel de ajudar a criança a fazer uma adaptação crítica às regras sociais.</p>
<p>Disciplina não tem hora. É sempre!</p>
<p>Próximo dos 16 meses, o bebê atinge a completa consciência de si próprio. Antes dependia completamente dos pais, agora já começa a fazer muitas coisas por conta própria: caminhar, usar a colher, pegar os objetos. O desejo de ser autônomo se desenvolve junto com as primeiras conquistas, e o faz afirmar a sua independência até o ponto de protestar porque quer se vestir ou comer sozinho.</p>
<p>No começo, acham que é uma gracinha, pois demonstra que seu filho &#8220;sabe o que quer&#8221;, &#8220;tem opinião própria&#8221;, etc. Só que a criança não fica para sempre com a mesma idade&#8230; ela cresce e, sem limites, a situação se complica. Quando se dá conta de que nem tudo foi criado para satisfazê-la e que deve controlar suas emoções mais fortes e agressivas e expressá-las adequadamente. Os pais devem estar em ação, pois sozinha não conseguirá.</p>
<p>Os pais devem compreender que não podem ser amigos dos próprios filhos, pois na amizade supõe-se uma interação linear, ou seja, não há hierarquia e todos se manifestam da maneira que têm vontade, algumas vezes com muito exagero. Os pais podem e devem ter atitudes amigáveis, mas não são amigos. Pais são pais, devem dar as regras e limites de comportamento a seus filhos, pois estes não conseguem lidar sozinhos quando o problema é mais conflituoso ou quando as emoções se exacerbam.</p>
<p>Os pais devem ter autoridade sobre os pequenos, sem necessidade de serem autoritários. Basta que lhes expliquem o motivo pelo qual tomaram determinada decisão. E, uma vez tomada, mantê-la, para não confundirem a cabeça deles. Para isso é preciso que reflitam antes sobre como desejam educá-los.</p>
<h2>Grandes causas da indisciplina:</h2>
<ul>
<li>Falta de conhecimento x insegurança</li>
<li>Falta de rotina</li>
<li>Críticas negativas</li>
<li>Exigências impróprias
<ul>
<li>Coisas que não são compatíveis com a idade da criança</li>
<li>Cobrar da criança atitudes que não lhe foram colocadas antecipadamente, ou seja, que não foram pré-determinadas.</li>
<li>Transferir para a criança responsabilidades que não são dela.</li>
</ul>
</li>
<li>falta de contato físico, carinho</li>
<li>Liberdade sem barreiras x medo da perda</li>
<li>Agir por emoção e não razão (quando cansado, uma atitude, quando não, outra)</li>
</ul>
<h2>Como repreender os filhos:</h2>
<p>Castigos são necessários, desde que aplicados na hora e maneira certa.</p>
<p><strong><em><u>Existem determinadas regras que devem sempre estar presentes:</u></em></strong></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 1.5;">Fundamental concordância TOTAL entre os pais;</span></li>
<li>a criança deverá ter consciência antes de ser punida, tanto do antes quanto do como;</li>
<li>Nunca expor a criança;</li>
<li>Nunca distrair a criança do fato, isso é fugir da situação, pois esta não estará solucionada e ensinada, apenas tardamos.</li>
<li>Através de atitudes fazer com que a criança perceba que não pode ter tudo, mas existem muitas coisas que pode fazer ou ter. É a ocasião de recordá-la “Isto não… mas isto sim”.</li>
<li>Reservar o “não” para o realmente necessário. O excesso de negativas não é educativo, simplesmente limita a criança.</li>
<li>Firmeza: mantenha a disciplina que estabeleceu, acima de tudo. É necessário para que se sintam seguros.</li>
<li>Quem inicia a disciplina é quem deve cumpri-la até o fim, ou seja, se a mãe é quem está na situação, em hipótese nenhuma o pai deve interferir, nem mesmo com recomendações.</li>
<li>Quem disciplina o filho é apenas pai e mãe! Não queira passar responsabilidades para terceiros, como avós e babás.</li>
<li>Paciência e controle</li>
</ul>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Agressão física</strong>: bater não passa de um desabafo dos pais, que demonstram, assim, não ter o devido controle sobre as próprias emoções.</p>
<p>O castigo deve ser proporcional a falta cometida. Este dá aos pais a sensação de dever cumprido, pois estão educando. E aos filhos, ele ajuda a compreender que fez algo de errado. A maneira como agimos nestes momentos, ensinam os filhos como deverão agir diante dos acontecimentos da vida.</p>
<p>Quando seu filho apronta, é preciso agir rápido. Para isso, é necessário que a criança saiba o que é certo antes de ser cobrada pelo que fez de errado. Abaixo, alguns exemplos de como agir perante a criança.</p>
<p><strong>Encenação:</strong>&nbsp;Quando seu filho tem ataques de birra e gritos, pegue-o pela mão e, calmamente, explique que ele não terá o que quer e que assim que ele parar terá atenção. Enquanto ele permanecer na birra, não verbalize mais nada, apenas permaneça onde está. Assim que parar, cumpra com o prometido.</p>
<p>Uma situação Importante a ser destacada é se você estiver em uma festa, por exemplo, não vá embora, pense que quando punimos uma criança, essa deverá ser apenas dirigida a ela e se você deixar a festa punirá a família toda.</p>
<p><strong>Olhar ou ironias: </strong>Deve ser muito claro verbalmente daquilo que você espera da criança<strong>, </strong>nada adianta um olhar bravo isoladamente ou uma ironia. Tem que ter a certeza que ela sabe do que você está falando. Além do que, criança é direta e concreta, ou seja, se você diz algo com outra intenção, como ironias, ela fará exatamente o que pediu!</p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Repetição:</strong>&nbsp;Muita atenção com isso, pois é através da repetição que a criança nos vence pelo cansaço.</p>
<p><strong>Devemos falar</strong>:<br />
1º) a ordem seguida do porque;</p>
<p>2º) A ordem seguida da conseqüência se a mesma não for seguida;</p>
<p>3º) A conseqüência.</p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Negociação:</strong>&nbsp;Se dois filhos seus, ou seu filho e um amigo, estiverem disputando um brinquedo, procure não intervir e dê-lhes oportunidade de se resolverem. Caso a situação chegue a agressão física, aí sim deve intervir. Fato muito importante, o dono do brinquedo não é obrigado a emprestar exatamente o que o outro quer, <u>pense sempre que podemos e devemos optar pelo que vamos ou não emprestar à alguém.</u></p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Grito:&nbsp;</strong>Nada eficiente! Mostra desequilíbrio e perda da razão.</p>
<p><strong>&nbsp;Bater na criança: </strong>Muitas vezes uma palmada acaba sendo necessária, até para que a criança saia de um surto, o que é muito diferente de uma surra, de uma agressão física, pois isso é a confissão de que você não consegue manter a situação sob controle. De mais a mais, não é punição, é desabafo.</p>
<p><strong>Castigo: Em média, a partir dos 18 meses podem ser usados, embora que com muito zelo. Sempre estando bem claro para a criança que ela terá isso como conseqüência, determinando antes o tempo e local. NUNCA expor a criança ou causar medo a ela, pois desta maneira estará “fugindo” do foco.</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Restrição:&nbsp;</strong>Corte aquilo de que a criança mais gosta, desde que ela tenha sido avisada desta conseqüência e mais, tenha prazo pré-estabelecido.</p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>&nbsp;Reparar o erro: </strong>Sempre que possível, é essencial que a criança repare o que fez de errado antes de qualquer outra atividade.</p>
<p><strong>&nbsp;Desculpas: </strong>é essencial que a criança peça desculpas, mesmo antes que saiba falar, pode ser através de gestos, mas, tem que demonstrar o entendimento do erro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><u>Educar dá trabalho, mimo é comodismo!!!</u></em></strong></p>
<p>Depois de castigar seu filho, não se sinta culpado, você o está EDUCANDO!</p>
<p>DÊ CARINHO E AMOR SEMPRE E NA HORA CERTA!</p>
<p>Abraços,</p>
<p><strong>Carol Braga</strong></p>
<p>Psicóloga Infantil</p>
<p><u>Contato:</u></p>
<p>carolbraga.psicologa@gmail.com</p>
<p>98224-3437</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como impor limites às crianças &#8211; Parte I</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/como-impor-limites-as-criancas-parte-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2016 22:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[As crianças necessitam de limites. Mas nem sempre discipliná-las ou simplesmente dizer “não” é uma tarefa fácil. É importante que os pais adotem determinadas posturas e sejam capazes de equilibrar suas emoções e sua autoridade, expressando com clareza aquilo que deve ser feito. Existem diversas atitudes que podem ser tomadas e certamente ajudarão os pais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças necessitam de limites. Mas nem sempre discipliná-las ou simplesmente dizer “não” é uma tarefa fácil. É importante que os pais adotem determinadas posturas e sejam capazes de equilibrar suas emoções e sua autoridade, expressando com clareza aquilo que deve ser feito. Existem diversas atitudes que podem ser tomadas e certamente ajudarão os pais nessa complexa jornada de educar os filhos com equilíbrio e bom senso.</p>
<ul>
<li><strong>Seja claro e objetivo.</strong> É comum os pais usarem expressões genéricas, como “comporte-se bem”, “seja bonzinho” ou “não faça isso”, porém isso pode dar margem a interpretações diferentes. Portanto, em primeiro lugar, é importante deixar claro exatamente o que deve ou não deve ser feito. Por exemplo: “Fale baixinho quando seu irmão estiver dormindo”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”.</li>
<li><strong>Evite conflitos interpessoais.</strong> Quando você diz ao seu filho “Quero que você guarde seus brinquedos e vá dormir agora”, está criando uma luta de poder pessoal com ele. Procure tornar as ordens impessoais. Experimente dizer “São 9 horas, hora de arrumar o quarto e ir para a cama”. Agindo dessa forma, você manterá os conflitos entre a criança e o relógio.</li>
<li><strong>Autoridade com sensação de liberdade.</strong> Uma boa tática é dar às crianças uma liberdade de escolha, fazendo com que elas tenham uma sensação de controle sobre a situação, reduzindo sua resistência. Por exemplo: “Está na hora do lanche. Você prefere leite ou suco de frutas?”; “Hora de trocar de roupa, o que você prefere vestir?”.</li>
<li><strong>Quando é preciso agir com firmeza.</strong> Às vezes a criança oferece resistência e é necessário agir com mais rigor. Nessas horas, os pais devem ser incisivos ao exigir que a criança pare com tal comportamento ou obedeça às suas ordens. Um tom de voz firme (sem gritos) e um olhar sério, não deixarão dúvidas de que ela deve obedecer. Já uma postura mais suave pode dar à criança a sensação de que ela tem a opção de escolher se vai obedecer ou não. Deixe a suavidade para ocasiões em que você apenas quer direcioná-la a tomar certa atitude. O equilíbrio está entre o tom suave e o tom autoritário.</li>
<li><strong>Explicando os porquês.</strong> Entender uma regra é essencial para concordar em cumpri-la. Portanto, quando você impõe um limite a uma criança, é importante deixar claro por que ela deve fazer aquilo e quais podem ser as consequências caso ela não faça. Dessa forma, você estará ajudando seu filho a desenvolver valores internos de conduta e comportamento. Por exemplo: “Esse brinquedo é do fulano. Se você jogar no chão, ele pode quebrar, e seu amigo vai ficar chateado porque gosta muito dele”.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os bebês enxergam?</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/como-os-bebes-enxergam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 13:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Seu bebê passou 40 semanas no escurinho do útero. E agora que saiu, como seus olhinhos irão se adaptar à claridade? Será que ele enxerga perfeitamente? Será que é capaz de reconhecer pessoas e ambientes? São muitas as perguntas que se fazem papais e mamães de primeira viagem. O sentido da visão para os bebês...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seu bebê passou 40 semanas no escurinho do útero. E agora que saiu, como seus olhinhos irão se adaptar à claridade? Será que ele enxerga perfeitamente? Será que é capaz de reconhecer pessoas e ambientes? São muitas as perguntas que se fazem papais e mamães de primeira viagem.</p>
<p>O sentido da visão para os bebês leva alguns meses para se desenvolver.<br />
Eles não nascem enxergando bem. Inicialmente, veem apenas vultos e reconhecem a mãe pelo cheiro e pela voz. O mundo para ele se apresenta embaçado e sem nitidez. Sua capacidade de foco e sua gama de cores são bastante limitados. Ele consegue focar melhor os objetos bem próximos, a cerca de 30cm de distância.</p>
<p>Observar o rosto da mãe ou de alguém que se coloque bem próximo dele é um excelente estímulo para a visão do bebê. Eles adoram observar principalmente os olhos e boca, que estão sempre em movimento.</p>
<p>A partir do segundo mês ele já é capaz de acompanhar alguns movimentos, mas ainda com o alcance limitado. Seu foco já está mais desenvolvido e ele já é capaz de identificar objetos mais distantes. É nessa fase também que ele começa a descobrir as próprias mãos.</p>
<p>A partir dos três ou quatro meses de idade, ele já começa a distinguir rostos e enxergar algumas tonalidades.</p>
<p>Entre o sexto e décimo mês, durante a fase do engatinhar, ele começa a desenvolver a visão binocular, ou seja, utilizando os dois olhos ao mesmo tempo. É nesse período que ele vai começar a utilizar o foco e desenvolver a visão periférica, já que, ao se deslocar, deverá desenvolver outras habilidades para se guiar e se adaptar aos novos ambientes.</p>
<p>A visão do bebê vai melhorando progressivamente até que, por volta de 1 ano e meio de idade ele já enxerga praticamente como um adulto.</p>
<p>É importante lembrar a importância do “teste do olhinho”, que deve ser realizado nas primeiras 48 horas de vida do bebê. Apesar de não medir a acuidade visual, ele pode identificar, por exemplo, se ele tem catarata.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>7 dicas para estimular o desenvolvimento da fala nos bebês</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/7-dicas-para-estimular-o-desenvolvimento-da-fala-nos-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 19:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O aprendizado da fala marca o início de uma etapa que transformará a maneira como a criança interage com as pessoas que a rodeiam. É uma fase encantadora na qual tentamos, a todo custo, identificar alguma palavra dentre os seus balbucios. O papel da família é fundamental nesse momento, podendo ajudar ou atrapalhar no processo....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aprendizado da fala marca o início de uma etapa que transformará a maneira como a criança interage com as pessoas que a rodeiam. É uma fase encantadora na qual tentamos, a todo custo, identificar alguma palavra dentre os seus balbucios. O papel da família é fundamental nesse momento, podendo ajudar ou atrapalhar no processo.</p>
<p>Portanto, selecionamos abaixo algumas dicas para estimular o seu bebê a falar:</p>
<ol>
<li>Não tente interpretar, traduzir ou falar por ele. Quando ele apontar para algum objeto, permita que ele tente balbuciar o nome do mesmo ao invés de pegá-lo imediatamente. Dê tempo para que ele sinta a necessidade de se comunicar através da fala.</li>
<li>Fale corretamente com ele e evite excesso de diminutivos. Não replique seu jeito de falar errado, por mais “bonitinho” que isso seja. Além de dificultar o aprendizado, isso pode reforçar a fala incorreta da criança.</li>
<li>Espere que a criança termine de falar. Muitas vezes ela pode gaguejar ou ter dificuldade em encontrar as palavras adequadas para se expressar. Não conclua e não tente adivinhar o que ela está querendo dizer, simplesmente espere e permita que ela desenvolva sozinha uma forma de comunicar aquilo que deseja.</li>
<li>Estimule-o a imitar algum som, repetir alguma palavra, cantar uma música. Posicione-se de frente, de forma que ele possa ver a movimentação da sua boca.</li>
<li>Se possível, interrompa o uso de mamadeiras e chupetas após os dois anos de idade. Sua cavidade oral deve estar livre de qualquer obstáculo para que ele possa articular sons.</li>
<li>Cuidado com os <em>gadgets</em>. Crianças que ficam horas hipnotizadas em frente a uma tela não exercitam sua comunicação.</li>
<li>Dê alimentos sólidos a ele. A mastigação exercita os músculos da face, favorecendo a articulação de sons.</li>
</ol>
<p>Lembrando que cada criança tem seu tempo, porém, se a partir dos dois anos de idade ela ainda não for capaz de se comunicar ou de se fazer entender através de palavras soltas ou pequenas frases, é recomendável consultar um fonoaudiólogo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que as crianças podem (e devem!) ajudar nas tarefas domésticas desde cedo</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/por-que-as-criancas-podem-e-devem-ajudar-nas-tarefas-domesticas-desde-cedo/</link>
					<comments>https://www.artecrianca.com.br/por-que-as-criancas-podem-e-devem-ajudar-nas-tarefas-domesticas-desde-cedo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 12:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A participação das crianças na execução das tarefas domésticas faz uma enorme diferença na convivência familiar. Elas podem e devem colaborar desde cedo, uma vez que demonstrem interesse e se sintam capazes de ajudar. No início, muito provavelmente, essa ajuda será mais intencional do que útil, mas é importante incentivar essa motivação para que os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A participação das crianças na execução das tarefas domésticas faz uma enorme diferença na convivência familiar. Elas podem e devem colaborar desde cedo, uma vez que demonstrem interesse e se sintam capazes de ajudar. No início, muito provavelmente, essa ajuda será mais intencional do que útil, mas é importante incentivar essa motivação para que os pequenos enxerguem que as tarefas da casa são da responsabilidade de todos e para que se sintam como parte essencial do processo.</p>
<p>Não se trata de aliviar os encargos dos pais e nem de ocupar o tempo livre dos filhos, mas sim de torná-los seres independentes e prepará-los para enfrentar os desafios da vida. Eles devem ter consciência de que fazem parte de uma equipe e que, o que quer que aconteça, afetará a todos.</p>
<p>Talvez seja necessário algum tempo e paciência até que eles aprendam a executar corretamente as tarefas. Mas certamente valerá a pena.</p>
<p>É importante que as atividades sejam delegadas de acordo com a idade e as habilidades de cada um, portanto use seu bom senso. Abaixo, algumas sugestões de como os pequenos podem colaborar:</p>
<ul>
<li>Arrumando a própria cama;</li>
<li>Organizando o quarto: recolhendo roupas, brinquedos, livros etc.;</li>
<li>Colocando a roupa suja no cesto;</li>
<li>Apagando as luzes quando não forem necessárias;</li>
<li>Pondo e tirando a mesa;</li>
<li>Levando pratos e copos para a pia sempre que utilizar;</li>
<li>Retirando o lixo;</li>
<li>Varrendo e passando aspirador;</li>
<li>Tirando o pó dos móveis;</li>
<li>Regando as plantas;</li>
<li>Alimentando os animais de estimação;</li>
<li>Atendendo ao telefone…</li>
</ul>
<p>… e tudo aquilo que você acredita que eles têm capacidade para fazer e que não ofereça riscos à sua saúde ou segurança.</p>
<p>E não se esqueça de sempre agradecer e elogiar. Dessa forma, ele se manterá motivado e estimulado a continuar colaborando.</p>
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		<title>Por quê meu bebê não dorme a noite inteira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 18:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já fez de tudo: cantou, embalou, passeou com ele pela casa, deu de mamar, voltou a embalar e passear pela casa, colocou no berço, saiu de mansinho… mas não teve sucesso: seu bebê voltou a chorar assim que saiu do seu colo. E falta apenas 1 hora e meia para o despertador tocar. Esta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já fez de tudo: cantou, embalou, passeou com ele pela casa, deu de mamar, voltou a embalar e passear pela casa, colocou no berço, saiu de mansinho… mas não teve sucesso: seu bebê voltou a chorar assim que saiu do seu colo. E falta apenas 1 hora e meia para o despertador tocar. Esta cena lhe parece familiar?</p>
<p>Saiba que alguns hábitos podem atrapalhar o sono do bebê. Mas fique tranquila pois eles podem ser mudados e todos poderão voltar a ter uma boa noite de sono.</p>
<p>Vejamos alguns deles:</p>
<ul>
<li><strong>Agitar demais a criança próximo da hora do sono.</strong> O ideal é ir baixando o ritmo do bebê no mínimo uma hora antes de colocá-lo no berço, procurando criar uma atmosfera de tranquilidade. Abaixe o som da tv, reduza a iluminação, fale baixinho ou conte uma história. Música relaxante também pode ajudar muito nessa hora.</li>
<li><strong>Fazer com que o berço se torne lugar para brincadeiras.</strong> Enquanto o bebê é pequeno, não há problema em colocar móbiles ou brinquedos para distraí-lo. Porém, à medida em que ele cresce, entre os seis meses e um ano, o ideal é distinguir o ambiente de dormir do de brincar. Procure deixar no berço apenas objetos que estejam associados ao sono da criança, como aquele bichinho que ela gosta de dormir ou o cobertorzinho.</li>
<li><strong>Ir ao quarto ao menor barulho que ele fizer.</strong> É normal que os bebês choraminguem durante a noite, e isso não significa necessariamente que ele esteja precisando de você. Pelo contrário, a sua presença pode até fazer com que ele acorde. Mas, caso haja realmente a necessidade, evite pegá-lo no colo. Isso pode fazer com que ele crie o hábito de resmungar para conseguir sua atenção sempre que quiser companhia durante a noite.</li>
<li><strong>Fazer com que ele durma no colo ou na cama para depois levá-lo ao berço.</strong> Se fizer isso, ele pode se assustar quando acordar e perceber que não está no mesmo lugar onde adormeceu. E, adivinhe… ele vai chorar e chamar sua atenção.</li>
<li><strong>Não criar uma rotina.</strong> Não permita que o bebê vá dormir cada dia em um horário diferente. Ao contrário disso, procure criar um horário fixo e uma rotina, que devem ser seguidos todos os dias. Se for o caso, abra exceção no final de semana.</li>
<li><strong>Deixar que a criança fique muito cansada e passe do seu horário de dormir.</strong> Ao contrário do que pode parecer, isso pode prejudicar seu sono, fazendo com que o organismo produza o hormônio cortisol, que gera agitação. Portanto, assim que ela demonstrar irritação ou começar a esfregar os olhos e coçar as orelhas, leve-a para a cama.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lembrando que, assim como os adultos, os bebês também podem experimentar uma noite de sono difícil, por diversos fatores — como um dentinho crescendo ou uma dor de barriga. Antes de qualquer coisa, é importante que os pais estejam atentos e usem o bom senso e a intuição para poder compreender os motivos que podem estar levando o bebê a ter um sono agitado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>10 dicas para incentivar seus filhos à leitura desde cedo</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/10-dicas-para-incentivar-seus-filhos-leitura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 18:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas mães podem se perguntar: por quê eu deveria ler para o meu bebê se ele não está apto a entender o que estou lendo? Certamente ele ainda não tem essa capacidade. Mas você deixaria de falar com seu bebê até que ele conseguisse se comunicar sozinho? Deixaria de cantar para ele até que ele...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas mães podem se perguntar: por quê eu deveria ler para o meu bebê se ele não está apto a entender o que estou lendo?</p>
<p>Certamente ele ainda não tem essa capacidade. Mas você deixaria de falar com seu bebê até que ele conseguisse se comunicar sozinho? Deixaria de cantar para ele até que ele aprendesse a cantar sozinho? O mesmo vale para a leitura. O desenvolvimento da criança está diretamente ligado à variedade de estímulos que ela recebe a partir dos primeiros meses de vida. Portanto, ler em voz alta para seus filhos é uma excelente atividade, que pode ser introduzida desde muito cedo.</p>
<p><strong>Veja abaixo 10 dicas importantes para estimular esse hábito</strong>:</p>
<ol>
<li>Ofereça livros de plástico para que, desde pequena, a criança “leia” na banheira. Lembrando que, neste caso, o objetivo é fazer com que a leitura seja vista como algo divertido, evitando a competição com o universo lúdico dos brinquedos.</li>
<li>Lembre-se de que esse é um momento muito especial para a criança pois ela receberá toda a sua atenção e, para ela, isso significa muito mais do que apenas ouvir uma história.</li>
<li>Escolha livros adequados para a idade. Livros-dobradura, livros de pano ou com páginas duras e resistentes, que sejam de fácil manuseio para crianças pequenas, livros à prova d’água para a hora do banho.</li>
<li>Crie um hábito. Leia para seu filho dormir, ou escolha um horário que se adapte melhor à rotina de vocês.</li>
<li>Repita quantas vezes ele quiser. A repetição é a marca registrada dos primeiros anos de vida. Quanto mais você repetir, mais ele vai se lembrar, e em pouco tempo terá decorado os trechos de que mais gosta na história — e há de se lembrar disso para sempre.</li>
<li>Leve-o para passear em livrarias e sessões de contação de histórias assim que tiver condições de se concentrar para ouvir essas narrações, geralmente depois de um ano.</li>
<li>Não faça dos livros um prêmio. A leitura não deve ser associada a sistemas de castigo ou recompensa. Ela deve ser sempre uma experiência positiva, associada a momentos prazerosos.</li>
<li>Deixe a timidez de lado e entre na história. Não tenha vergonha de fazer a voz da bruxa má ou de cantar. Estimule seu filho a participar ativamente também. Lembre-se que crianças adoram teatro.</li>
<li>Estimule conversas sobre as histórias e as ilustrações. Tente ir mais longe e imaginar algo além daquilo que se apresenta. Faça com que a criança pense em outras possibilidades, como outro final para a história.</li>
<li>Nada vale mais do que o exemplo. Ou seja, antes de formar filhos leitores, é imprescindível que você seja um leitor. A observação de comportamentos e atitudes tem muito mais a ensinar à criança do que meras sugestões ou ordens do que é certo ou errado.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Música</title>
		<link>https://www.artecrianca.com.br/musica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arte Criança]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 18:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. É fundamental incentivar expressões que articulem diferentes linguagens a fim de que a criança tenha um espaço para expressar na sua totalidade....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio.</p>
<p>É fundamental incentivar expressões que articulem diferentes linguagens a fim de que a criança tenha um espaço para expressar na sua totalidade. Os sons e a música constituem fonte importante de conexão cultural, e desde muito cedo o bebê estará conhecendo e se apropriando de sonoridades características do lugar onde vive.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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